Associação dos Amigos da

Fundação das Casas de Fronteira e Alorna

O Palácio Fronteira, construído no final da Guerra da Restauração e inaugurado em 1670 é um verdadeiro tesouro: sobreviveu ao terramoto de 1755, preserva uma traça muito próxima da original, e alberga a maior colecção de azulejos portugueses no local.

EVENTOS

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Palácio dos Marqueses de Fronteira

O Palácio Fronteira é um dos mais belos exemplos de arquitectura civil do século XVII preservando in situ a azulejaria de origem.

É um caso raro de Quinta de Recreio barroca que se mantém de forma muito próxima do seu desenho original.

Apesar de estar classificado como Monumento Nacional, e de funcionar como museu, o Palácio Fronteira é habitado pelos descendentes de Dom João de Mascarenhas, o 1º Marquês de Fronteira, a personagem que mandou edificar o corpo principal da casa.

Este é um dos encantos desse espaço, que o torna vivo, o humaniza e lhe confere a sua atmosfera tão especial. 

Além de residência familiar, o Palácio Fronteira abriga a sede da Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, uma Instituição Privada sem fins lucrativos, de Utilidade Pública (DR II série nº 37 14/2/1991).
De acordo com a sua missão, a Fundação tem apostado na formação de públicos para cultura, na divulgação do património cultural, e na investigação relacionada com o conjunto monumental que tem à sua guarda.
Dinamiza regularmente um programa de actividades culturais aberto a todos os públicos (que inclui concertos, comunidades de leitores, cursos livres, recitais de poesia e colóquios) e tem acolhido, ao longo dos anos, projectos de investigação nas áreas de Arquitectura, Jardins, História, Genealogia, Artes Decorativas e Estudos Literários.
Um pouco de História e algumas datas ...

Foi por volta de 1670 que Dom João Mascarenhas, 2º Conde da Torre e 1º Marquês de Fronteira, e sua mulher, Dona Madalena de Castro, mandaram edificar o núcleo central do Palácio Fronteira e o “Terraço das Artes Liberais” que conduz à Capela. Foram eles que escolheram e mandaram colocar os azulejos que se vêem no exterior da casa, e grande parte dos que decoram o seu interior, formando uma colecção extraordinária pela qualidade, variedade, quantidade e  beleza. 

Foi também por iniciativa dos primeiros Marqueses de Fronteira que se edificaram o “Tanque dos Cavaleiros” e a “Galeria dos Reis” com as escadarias e os torreões que a enquadram. São da mesma época o “Jardim Formal” com as suas cinco fontes, a “Fonte de Vénus” que está no Jardim com o mesmo nome, o “Tanque dos Ss”, a “Casa do Fresco”, o “Ninfeu” e todos os embrechados.

Inicialmente o conjunto formado pelo palácio, jardins e mata destinava-se a residência de Verão. Estava já em fase adiantada de edificação em 1668, quando Cosme III de Médicis visitou Portugal e o descreveu no seu diário. À data da morte de D. Madalena de Castro, em 1673, todos os elementos mencionados acima tinham sido construídos. Após as destruições provocadas pelo terramoto que assolou Lisboa em 1755, o Palácio Fronteira passou a ser usado como residência principal da família Mascarenhas.   

Durante as visitas guiadas, o visitante tem acesso, no interior, às salas de aparato Batalhas, Painéis, Quatro Estações e Juno, à Biblioteca, ao Terraço das Artes e à Capela. Além dessas visitas, pode ainda passear nos jardins, abertos ao público com horário mais amplo. Vale a pena sair um pouco da agitação do centro de Lisboa e conhecer este espaço único, parado no tempo, onde a História se cruza com as vivências da contemporaneidade.
Associação dos Amigos da 
Fundação das Casas de 
Fronteira e Alorna
Associação sem fins lucrativos. Tem por missão essencial apoiar a Fundação homónima, colaborar nas suas actividades e facilitar aos sócios a fruição destas. A Associação tem como objectivo, angariar fundos para a restauração e manutenção dos tesouros culturais e históricos da Fundação. Os fundos são angariados através de eventos organizados pela Associação, das vendas na Loja do Palácio, das visitas guiadas, das quotas dos membros e das doações de mecenas individuais.
Visite o Site da Fundação das Casas Fronteira e Alorna
Orgãos Sociais 
Mesa da Assembleia Geral:
Presidente: Teresa P. B. Gouveia
Vice-Presidente: Madalena Braz Teixeira
Secretário: José Manuel Pyrrait  

Direcção: 
Berta Bustorff, Presidente
Marta Mascarenhas
Vanda Anastácio

Conselho Fiscal: 
Carlos Guerra, Presidente 
Pedro Paulo de Faria 
Isabel Taborda
Conselho de Curadores:
Anne Taylor                                    
Maria Adelaide Hidalgo
Maria Antónia Brandão                
Vera Pyrrait
Nuno Miguel Sampaio Ludovice *
*) Representante da Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica
Horário das Visitas:
Palácio:
O interior do Palácio só é visitável de manhã. Todas as visitas ao interior do Palácio são guiadas.
Junho a Setembro: 10h30, 11h00, 11h30, 12h00. Outubro a Maio: 11h00, 12h00

Jardins:
Junho a Setembro: de 2ª a 6ª 10h30 às 13h00 e das 14h às 17h00 e aos Sábados das 10h30 às 13h00 
Outubro a Maio: 2ª a 6ª das 11h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00 e aos Sábados das 11h00 às 13h00.

Para visitas de grupos (mais de 10 pessoas) por favor telefonar para o 217782023.
Contactos: 
Telefone: 
+351 217 782 023 
Endereço:
Largo de São Domingos de Benfica 1, Lisboa
Contactos e informações sobre actividades culturais:  21 778 45 99
(Cristina Sousa)   
enviar email para obter informações  
O autocarro nº 770 para em frente do Palácio mas torna-se mais fácil (e mais barato, a partir de duas pessoas) ir de táxi.
A Associação dos Amigos é responsável pela Loja do Palácio Fronteira onde pode adquirir  
souvenirs  (canetas, blocos,      postais, etc.),
livros relacionados e azulejos até paneis inteiros de azulejos (cópias dos painéis originais do Palácio).

A loja está aberta todos os dias durante as horas das visitas guiadas ao Palácio.